Não sei o que se passa comigo, mas não estou feliz e nem me sinto segura com o trabalho que venho desenvolvendo neste início de ano letivo.
Estou ainda na fase do conhecimento dos meus novos alunos, mas sinto neles uma espécie de rejeição a mim. Desde o dia dois de fevereiro estamos juntos, já fiz várias tentivas e propostas de organização dos trabalhos tanto dos pedagógicos quanto os relativos a organização da rotina em sala de aula e ainda não me sinto satisfeita.
O "olho no olho" ainda não aconteceu, as atividades não fluem, já estou "batendo de frente" com alguns alunos e tudo o que proponho em sala não está sendo levado a sério, é como se não fosse prá valer.
Uma das questões que emperram uma sala de aula é o "entra-e-sai" de alunos para a ida ao banheiro e/ou sair para tomar água.
Como sempre, os alunos mais maduros e responsáveis assimilam logo de início as regras de organização desses fatos e usam-nas com propriedade e conforme o combinado. Porém, aqueles mais imaturos demandam tanto do professor quanto da turma, mais paciência e tempo para que também eles passem a colaborar com a rotina do dia -a- dia em sala de aula.
Essa organização se faz tremendamente necessária em função do que se pretente alcançar quanto ao rendimento pedagógico da turma, mas nem todos colaboram e/ou compreendem e, com isso, o contato diário com esses alunos, torna-se penoso não só para os professores da turma, mas também para os alunos que levam os estudos a sério.
Sinto-me já sem paciência para com os alunos que demandam mais tempo e mais atenção.
Será que é a minha idade que está pesando? O que fazer? Como lidar com os alunos rebeldes? O que fazer para que estes não monopolizem a atenção da professora e interfiram negativamente no comportamento da turma de um modo geral?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O Retorno
Retornei a escola depois de seis meses de "Férias-prêmio".
Nada mudou! Aliás, achei a escola mais detonada ainda do que no ano de 2009.
A porta da minha sala de aula está com a fechadura arrombada, as cortinas das três janelas estão despencando e por isso há reflexos de luz no quadro dificultando o registro das atividades pelos alunos; dois armários de aço e dois escaninhos entulham a sala. No espaço que sobra mal cabem as vinte e oito cadeiras e mesinhas dos alunos e a mesa da professora. Não tenho, com isso, a opção de trabalhar em círculo, com os alunos. Resta-me, então, dispor as carteiras em dupla, ou em grupos de quatro. Quando preciso que os alunos trabalhem individualmente e/ou nos momentos de avaliação, passo o maior sufoco para conseguir enfileirar as carteiras e nos dias de trabalho em grupo, não posso usar o quadro de giz, porque um deles tem que ficar embaixo do quadro, na falta de outro espaço.
Os livros didáticos, no seu terceiro ano de uso, (temos que usá-los por quatro anos consecutivos) estão um molambo, aqueles que foram devolvidos pelos alunos do ano passado... A maior parte dos livros (vinte e oito ao todo) só Deus sabe por onde andam.
Nesse contexto, encerro hoje minha primeira semana com a turma de 2010. Fizemos trabalhos de reconhecimento do terreno: apresentações mútuas, socialização das identidades tanto dos alunos quanto da professora, leitura de texto para observação das habilidades já adquiridas por eles; fizemos também algumas atividades de Matemática, Números Naturais: representação, ideia de conjunto e conceitos de cardinalidade aplicados em uma série de exercícios.
De um modo geral, parece que a turma está pronta e sem maiores problemas para fazer os estudos referentes ao sexto ano de escolarização.
Estou com boa expectativa.
Nada mudou! Aliás, achei a escola mais detonada ainda do que no ano de 2009.
A porta da minha sala de aula está com a fechadura arrombada, as cortinas das três janelas estão despencando e por isso há reflexos de luz no quadro dificultando o registro das atividades pelos alunos; dois armários de aço e dois escaninhos entulham a sala. No espaço que sobra mal cabem as vinte e oito cadeiras e mesinhas dos alunos e a mesa da professora. Não tenho, com isso, a opção de trabalhar em círculo, com os alunos. Resta-me, então, dispor as carteiras em dupla, ou em grupos de quatro. Quando preciso que os alunos trabalhem individualmente e/ou nos momentos de avaliação, passo o maior sufoco para conseguir enfileirar as carteiras e nos dias de trabalho em grupo, não posso usar o quadro de giz, porque um deles tem que ficar embaixo do quadro, na falta de outro espaço.
Os livros didáticos, no seu terceiro ano de uso, (temos que usá-los por quatro anos consecutivos) estão um molambo, aqueles que foram devolvidos pelos alunos do ano passado... A maior parte dos livros (vinte e oito ao todo) só Deus sabe por onde andam.
Nesse contexto, encerro hoje minha primeira semana com a turma de 2010. Fizemos trabalhos de reconhecimento do terreno: apresentações mútuas, socialização das identidades tanto dos alunos quanto da professora, leitura de texto para observação das habilidades já adquiridas por eles; fizemos também algumas atividades de Matemática, Números Naturais: representação, ideia de conjunto e conceitos de cardinalidade aplicados em uma série de exercícios.
De um modo geral, parece que a turma está pronta e sem maiores problemas para fazer os estudos referentes ao sexto ano de escolarização.
Estou com boa expectativa.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Estudo de Texto na Formação de Professores
Texto Educar em Comunidade de Rafael Yus
Educar em Comunidade
Ênfase na educação holística. O holismo é uma teoria que considera a interação entre os elementos do universo; segundo essa teoria "a soma das partes é maior do que as partes que o formam.
Na sala de aula essa ideia resulta numa aprendizagem cooperativa e implica na teoria do controle, o acompanhamento do desenvolvimento humano; o que acontece dentro de cada um em interação com o outro; implica na aprendizagem em grupo; implica na cooperação em sala de aula; implica na comunidade de aprendizagem que é igual a comunidade ecológica: estudos responsáveis, experiências pessoais adaptadas ao aprender mais, envolvimento com os estudos no grupo, aprendizado significativo e aplicável à vida.
As escolas acolhedoras encontram-se em um nível mais amplo do que o da sala de aula.
Alfabetização Social
Princípios:
Para mim se deu no dia 05/11/09, isto porque não pude estar presente nas atividades do dia 06/11.
Pauta:
Sucesso a todos e a todas!
Educar em Comunidade
Ênfase na educação holística. O holismo é uma teoria que considera a interação entre os elementos do universo; segundo essa teoria "a soma das partes é maior do que as partes que o formam.
Na sala de aula essa ideia resulta numa aprendizagem cooperativa e implica na teoria do controle, o acompanhamento do desenvolvimento humano; o que acontece dentro de cada um em interação com o outro; implica na aprendizagem em grupo; implica na cooperação em sala de aula; implica na comunidade de aprendizagem que é igual a comunidade ecológica: estudos responsáveis, experiências pessoais adaptadas ao aprender mais, envolvimento com os estudos no grupo, aprendizado significativo e aplicável à vida.
As escolas acolhedoras encontram-se em um nível mais amplo do que o da sala de aula.
Alfabetização Social
Princípios:
- mundo amável;
- pessoas criam o seu próprio mundo;
- evolução da concepção ingênua do mundo à percepção crítica dos fenômenos sociais;
- aquisição e uso de estratégias na resolução dos problemas.
- amor ao outro ;
- humildade no trato com os fenômenos sociais e individuais;
- fé no outro, no conhecimento e na força do trabalho consciente;
- verdade nos posicionamentos sociais e individuais;
- esperança nas propostas e nos propósitos a serem alcançados;
- pensamento crítico em relação aos atores sociais com os quais nos relacionamos e com o ser que nós somos e nossas condições reais de enfrentar esse ou aquele problema.
Para mim se deu no dia 05/11/09, isto porque não pude estar presente nas atividades do dia 06/11.
Pauta:
- Roda de Conversa
- Conversa sobre os textos lidos
- Apresentação do caderno de metodologia das Tele aulas
- Período de integração - modelos de atividades
- Trabalho com a "Língua Portuguesa" - uma das aulas a serem dadas
- Avaliação
Sucesso a todos e a todas!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Colunas de Sustentação da Tele sala
Coordenar
Avaliar
Socializar
Sintelizar
Esses são os princípios das tele aulas.
A turma se divide nessas quatro equipes: coordenação; socialização; síntese e avaliação. O trabalho de montagem das equipes pode ser iniciado a partir do estudo dos significados dos nomes de cada uma das quatro ações, eixos do funcionamento de um trabalho integrado professor/aluno, sendo o aluno, sujeito do processo ensino/aprendizagem.
O conceito de tele sala é simples, pois em qualquer lugar onde houver alunos, lá estarão os equipamentos e os recursos audio visuais que darão suporte para que as aulas aconteçam.
Portanto, é a organização da turma em equipes de trabalho que dará condição dos alunos agirem e se tornarem os condutores da própria aprendizagem.
Isto, porque, a Coordenação tem por função básica, a organização dos trabalhos da turma. A Avaliação, avalia o processo e corrige os rumos sempre que necessário. A Síntese se encarrega do registro das atividades da turma e a Integração, socializa e promove a união do grupo.
É de praxe que todos os alunos da turma, de tempo em tempo, troca de equipe, para vivenciar e adquirir as habilidades inerentes a cada uma das quatro funções. O melhor momento do rodízio será indicado pelo grupo. No primeiro módulo, principalmente, as equipes trabalharão todos os dias, cumprindo, cada uma, as tarefas inerentes à sua equipe.
Palavras geradoras de ações ou atribuições para as equipes: abstração, ação, afetividade, alternativas, alegria, valorização, superação, criatividade, cooperação, crescimento, gerência, compreensão, agilidade, humildade, comunicação, iniciativa, expressão, sensibilidade, tolerância, entusiasmo, objetividade, discernimento, parceria, responsabilidade, respeito, coerência, pertencimento, honestidade, planejamento, memória, participação,resultados,organização, clareza, dentre outras.
Integração das equipes
Ações:
- Agenda do dia
- Solução de problemas
-Organização dos grupos de trabalho
- Administração do ambiente
- Administração do tempo para cada atividade.
Reservar de quinze a vinte minutos ao final de cada aula, para que as equipes se articulem, para os trabalhos do dia seguinte.
(Por hoje é só.)
Avaliar
Socializar
Sintelizar
Esses são os princípios das tele aulas.
A turma se divide nessas quatro equipes: coordenação; socialização; síntese e avaliação. O trabalho de montagem das equipes pode ser iniciado a partir do estudo dos significados dos nomes de cada uma das quatro ações, eixos do funcionamento de um trabalho integrado professor/aluno, sendo o aluno, sujeito do processo ensino/aprendizagem.
O conceito de tele sala é simples, pois em qualquer lugar onde houver alunos, lá estarão os equipamentos e os recursos audio visuais que darão suporte para que as aulas aconteçam.
Portanto, é a organização da turma em equipes de trabalho que dará condição dos alunos agirem e se tornarem os condutores da própria aprendizagem.
Isto, porque, a Coordenação tem por função básica, a organização dos trabalhos da turma. A Avaliação, avalia o processo e corrige os rumos sempre que necessário. A Síntese se encarrega do registro das atividades da turma e a Integração, socializa e promove a união do grupo.
É de praxe que todos os alunos da turma, de tempo em tempo, troca de equipe, para vivenciar e adquirir as habilidades inerentes a cada uma das quatro funções. O melhor momento do rodízio será indicado pelo grupo. No primeiro módulo, principalmente, as equipes trabalharão todos os dias, cumprindo, cada uma, as tarefas inerentes à sua equipe.
Palavras geradoras de ações ou atribuições para as equipes: abstração, ação, afetividade, alternativas, alegria, valorização, superação, criatividade, cooperação, crescimento, gerência, compreensão, agilidade, humildade, comunicação, iniciativa, expressão, sensibilidade, tolerância, entusiasmo, objetividade, discernimento, parceria, responsabilidade, respeito, coerência, pertencimento, honestidade, planejamento, memória, participação,resultados,organização, clareza, dentre outras.
Integração das equipes
Ações:
- Agenda do dia
- Solução de problemas
-Organização dos grupos de trabalho
- Administração do ambiente
- Administração do tempo para cada atividade.
Reservar de quinze a vinte minutos ao final de cada aula, para que as equipes se articulem, para os trabalhos do dia seguinte.
(Por hoje é só.)
domingo, 31 de janeiro de 2010
Mais um dia de formação...
No dia quatro de novembro de 2009, iniciamos os trabalhos conforme fora estipulado no dia anterior:
1 pedaço pequeno de barbante.
Na roda, fomos orientados pela professora, a fazer três nós, não superpostos, no barbante, usando a mão mais habilidosa e sem a ajuda de nenhum dos colegas de grupo.
Objetivo
Perceber que todos são capazes de fazer algo solicitado, porém cada um tem o seu próprio tempo e jeito de fazê-lo.
Linguagem das Imagens
A palavra e a imagem.
Disse o cartunista, desenhar é uma forma de escrever e o desenho deve ser lido. Todo bom desenhista, se praticar, pode escrever bem. Ver um desenho é ler. O desenho é a mais abstrata das artes; é uma inversão intelectual. O cartaz é uma convenção intelectual.
Ex. Fez o desenho de um sol e o desenho de uma montanha.
Comparando desenho e fotografia, disse que o fotógrafo é celetista, mas não inventa o que vê, enquanto que o desenhista...
A Linguagem Narrativa do Desenho
A História em Quadrinho chegou ao Brasil nos anos 30.
A linguagem do Gibi é toda ela inventada, convencionada.
Com o advento do computador, afirma Caulos, corre-se o risco de se perder a linguagem convencional da HQ.
O desenho traz a cumplicidade do espectador de aceitar a história que está sendo contada.
Falando da linguagem do cinema, disse que o cinema inicial era mudo e a narrativa era visual. Todos entendiam a história apenas observando a sequência das cenas mostradas.
O cinema atual, por ser falado, perdeu a magia da leitura visual das cenas.
Os bons diretores de cinema, afirmou, não se esquecem de que o cinema é uma imagem em movimento.
Sugeriu-nos e recomendou a leitura do livro de desenhos do JB de 1970.
Sobre o Cartum, disse que ele tem uma linguagem muito rica, porque é mais abstrata do que a linguagem da Charge. Esta é mais objetiva e datada.
A respeito de cultura e de tecnologia disse que a cultura é para sempre e a tecnologia se atualiza sempre.
Humor é diferente de engraçado. O humor pressupõe inteligência e informação.
Sugeriu a leitura do livro "Só Dói Quando eu Respiro" - Caulos do JB. Continuando sua explanação, Caulos disse que o desenho só tem valor na interatividade. No humor, existe algo fundamental que é tempo.
A Charge pressupõe uma leitura mais precisa, mais específica e, por isso, se torna menos artística, menos idealizada.
Até mais.
- Atividade integradora - dinâmica do barbante.
1 pedaço pequeno de barbante.
Na roda, fomos orientados pela professora, a fazer três nós, não superpostos, no barbante, usando a mão mais habilidosa e sem a ajuda de nenhum dos colegas de grupo.
Objetivo
Perceber que todos são capazes de fazer algo solicitado, porém cada um tem o seu próprio tempo e jeito de fazê-lo.
- Acolhida
- Palestra - Trabalho com a imagem - desenhista e cartunista Caulos
- Trabalho das equipes - fundamentação da metodologia
- Avaliação dos trabalhos do dia.
Linguagem das Imagens
A palavra e a imagem.
Disse o cartunista, desenhar é uma forma de escrever e o desenho deve ser lido. Todo bom desenhista, se praticar, pode escrever bem. Ver um desenho é ler. O desenho é a mais abstrata das artes; é uma inversão intelectual. O cartaz é uma convenção intelectual.
Ex. Fez o desenho de um sol e o desenho de uma montanha.
Comparando desenho e fotografia, disse que o fotógrafo é celetista, mas não inventa o que vê, enquanto que o desenhista...
A Linguagem Narrativa do Desenho
A História em Quadrinho chegou ao Brasil nos anos 30.
A linguagem do Gibi é toda ela inventada, convencionada.
Com o advento do computador, afirma Caulos, corre-se o risco de se perder a linguagem convencional da HQ.
O desenho traz a cumplicidade do espectador de aceitar a história que está sendo contada.
Falando da linguagem do cinema, disse que o cinema inicial era mudo e a narrativa era visual. Todos entendiam a história apenas observando a sequência das cenas mostradas.
O cinema atual, por ser falado, perdeu a magia da leitura visual das cenas.
Os bons diretores de cinema, afirmou, não se esquecem de que o cinema é uma imagem em movimento.
Sugeriu-nos e recomendou a leitura do livro de desenhos do JB de 1970.
Sobre o Cartum, disse que ele tem uma linguagem muito rica, porque é mais abstrata do que a linguagem da Charge. Esta é mais objetiva e datada.
A respeito de cultura e de tecnologia disse que a cultura é para sempre e a tecnologia se atualiza sempre.
Humor é diferente de engraçado. O humor pressupõe inteligência e informação.
Sugeriu a leitura do livro "Só Dói Quando eu Respiro" - Caulos do JB. Continuando sua explanação, Caulos disse que o desenho só tem valor na interatividade. No humor, existe algo fundamental que é tempo.
A Charge pressupõe uma leitura mais precisa, mais específica e, por isso, se torna menos artística, menos idealizada.
Até mais.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Evolução do Conceito de Avaliação
Conforme o prometido, retomo a síntese do curso de formação de professores promovido pela PBH/FRM.
Durante os quatro dias de formação dos professores da RME/PBH, participantes do "Projeto Aceleração de Estudos, parceria com a "Fundação Roberto Marinho", os professores representantes da Fundação seguiram para a nossa formação, a mesma metodologia para a qual estamos sendo formados, ou seja, já estamos vivenciando o que deveremos aplicar futuramente.
Sendo assim, iniciamos cada dia de formação a partir da exposição do roteiro de trabalhos do dia:
Entremeou sua palestra, dando-lhe, com isso, um caráter bastante informal, de casos pessoais e, entre um caso e outro, a professora fundamentava teoricamente o ato de AVALIAR.
Sendo assim, a professora destacou, dentre outros, os seguintes aspectos referentes a avaliação:
Avaliar = Medir.
Foi o tempo da Mensuração.
Segunda geração: anos 30/40/50
Avaliar = Descrever.
Os objetivos da aprendizagem foram alcançados?
Foram tempos das avaliações: Diagnósticas - Formativas - Somativas.
Terceira geração: anos 60/70/80/90
Avaliar = Julgar.
_O que é um bom aluno?
Quarta geração: anos atuais
Avaliar = Negociar.
_O que é um aluno excelente?
_Quais são os critérios para se estabelecer essa excelência?
_Quem os estabeleceram?
O resultado disso tudo é que lidamos hoje com as seguintes questões:
Mudança de Paradigma na Avaliação
Evento X Processo
Medo X Coragem
Boletim de Notas X Registro de Anotações
Autoritarismo X Participação
Secreta X Transparente
Arbitrária X Criteriosa
Metas de Avaliação
Verifica até que ponto uma avaliação é:
1- Útil em guiar decisões.
2- Prática na condução.
3- Ética em lidar com pessoas e organizações.
4- Tecnicamente confiável.
Padrões Universais da Avaliação
4 para 9
3 para 8
2 para 7
1 para 6
REFLEXÕES SOBRE O AVALIAR, HOJE.
O elogio se faz em voz alta.
A crítica se faz em voz baixa para que o outro não se sinta humilhado.
Os instrumentos de avaliação têm que ser precisos.
Há que ter bom senso, sempre.
A sensibilidade humana no ato de avaliar é imprescindível
Continuaremos amanhã.
Durante os quatro dias de formação dos professores da RME/PBH, participantes do "Projeto Aceleração de Estudos, parceria com a "Fundação Roberto Marinho", os professores representantes da Fundação seguiram para a nossa formação, a mesma metodologia para a qual estamos sendo formados, ou seja, já estamos vivenciando o que deveremos aplicar futuramente.
Sendo assim, iniciamos cada dia de formação a partir da exposição do roteiro de trabalhos do dia:
- Acolhida
- Roda de Conversa: pácto de convivência
- Reflexão sobre o eixo temático do dia
- Trabalho com as equipes: reflexão e construção das mesmas
- Palestra sobre Avaliação
- Roda para a avaliação dos trabalhos do dia
- Dez minutos finais de organização das equipes para os trabalhos do dia seguinte.
Entremeou sua palestra, dando-lhe, com isso, um caráter bastante informal, de casos pessoais e, entre um caso e outro, a professora fundamentava teoricamente o ato de AVALIAR.
Sendo assim, a professora destacou, dentre outros, os seguintes aspectos referentes a avaliação:
- Evolução do Conceito de Avaliação
Avaliar = Medir.
Foi o tempo da Mensuração.
Segunda geração: anos 30/40/50
Avaliar = Descrever.
Os objetivos da aprendizagem foram alcançados?
Foram tempos das avaliações: Diagnósticas - Formativas - Somativas.
Terceira geração: anos 60/70/80/90
Avaliar = Julgar.
_O que é um bom aluno?
Quarta geração: anos atuais
Avaliar = Negociar.
_O que é um aluno excelente?
_Quais são os critérios para se estabelecer essa excelência?
_Quem os estabeleceram?
O resultado disso tudo é que lidamos hoje com as seguintes questões:
- Mérito
- Relevância
- Negociação
- STAKEHOLDERS - INTERESSADOS
Mudança de Paradigma na Avaliação
Evento X Processo
Medo X Coragem
Boletim de Notas X Registro de Anotações
Autoritarismo X Participação
Secreta X Transparente
Arbitrária X Criteriosa
Metas de Avaliação
Verifica até que ponto uma avaliação é:
1- Útil em guiar decisões.
2- Prática na condução.
3- Ética em lidar com pessoas e organizações.
4- Tecnicamente confiável.
Padrões Universais da Avaliação
- Utilidade
- Viabilidade
- Ética
- Precisão
- Escala conceitual de 1 a 5 tem-se:
4 para 9
3 para 8
2 para 7
1 para 6
REFLEXÕES SOBRE O AVALIAR, HOJE.
O elogio se faz em voz alta.
A crítica se faz em voz baixa para que o outro não se sinta humilhado.
Os instrumentos de avaliação têm que ser precisos.
Há que ter bom senso, sempre.
A sensibilidade humana no ato de avaliar é imprescindível
Continuaremos amanhã.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Projeto Acelaração de Estudos/Síntese da Formação
O primeiro encontro da "Formação de Professores" da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte se deu nos dias três, quatro, cinco e seis de novembro de 2009.
Minha turma teve como professores representantes da "Fundação Roberto Marinho", as educadoras: Prf.ª Nair e a Prf.ª Juliana.
O primeiro momento foi denominado
"Acolhida".
Professores em círculo.
Objetivo:
-nivelar conhecimentos, visto que, ninguém é dono da verdade;
-apresentação inicial dos professores e dos participantes;
-socializar a identidade de todos.
Procedimentos no círculo, mediados pela professora Nadir;
- um passo à esquerda e ocupar o lugar do colega à esquerda - eu e o outro;
- um passo à direita e ocupar o lugar do colega à direita - eu e o outro;
- volta ao espaço inicial de cada um - eu comigo mesmo;
- um passo ao centro - os trabalhos em grupo evoluem;
- um passo atrás e retorno ao ponto de partida - todo trabalho é passível de avaliação e de retomada de propósitos.
Professores em pequenos grupos;
- socializar as identidades;
- construir crachás;
- incluir no crachá, além do próprio nome, palavras com quais cada um se identifica;
- elaborar, a partir daí, o perfil do grupo.
- socializar, no grupão, os perfís levantados para cada grupo;
- perceber a diversidade de pensamento e de cultura de cada elemento do grupo.
- levantar as expectativas do grupo em relação à Formação a ser realizada.
MOMENTO COM O ALUNO
1- Trabalhar a identidade do aluno.
2- Metodologia do telecurso: recriar, refazer sem perder as características.
Os alunos serão convidados a participar de todo o processo, serão os sujeitos de suas aprendizagens.
3- Valorizar as produções dos alunos, expondo-as, sempre, nas paredes da sala de aula.
Primeiro Módulo: Língua Portuguesa e Ciências.
Segundo Módulo:
Terceiro Módulo:
METODOLOGIA
1- Período de Integração
Antecede o trabalho com as disciplinas
. das expectaticvas dos alunos quanto ao projeto;
. das experiências e vivências de cada um deles;
. das ações necessárias ao desenvolvimento das propostas levantadas.
Obs. As propostas levantadas com os alunos quanto aos pactos comportamentais e pedagógicos devem ser entregues aos alunos, por escrito, no segundo dia de aula ou encontro.
Sempre que necessário retomar com o aluno, ou com o grupo, os pactos estabelecidos.
Avaliar, sempre, o processo de ensino/ aprendizagem, com o aluno e com o grupo.
Fazer o registro diário da frequência do aluno.
Ausência do aluno às aulas, somente com justificação.
3- Proposta Pedagógica
Elemento gerador: o ser humano; aluno e professor.
Educação voltada para o desenvolvimento do ser.
O aluno é o foco de interesse da proposta.
4- Procedimentos
- O que utilizar para que essa educação aconteça?
- E para que ele se perceba cidadão do mundo e no mundo?
Primeiro Módulo - Quem sou eu?
-Ser biológico.
-Ser social.
-Ser histórico.
-Ser contemporâneo.
Proposta
- Dinâmicas de grupo
Ex. Mandala - recurso.
.Espalhar gravuras pelo chão.
.Observação das gravuras pelo grupo.
.Perceber a identificação de cada um por esta ou aquela gravura.
.Leitura de imagens a partir da gravura escolhida.
.Fragmentos de textos para serem relacionados, por semelhança ou por antagonismo, às gravuras escolhidas.
Reflexão
Somos seres de linguagens: verbais, não verbais, comportamentais e expressivas.
Por hoje é só. Continuaremos amanhã.
Minha turma teve como professores representantes da "Fundação Roberto Marinho", as educadoras: Prf.ª Nair e a Prf.ª Juliana.
O primeiro momento foi denominado
"Acolhida".
Professores em círculo.
Objetivo:
-nivelar conhecimentos, visto que, ninguém é dono da verdade;
-apresentação inicial dos professores e dos participantes;
-socializar a identidade de todos.
Procedimentos no círculo, mediados pela professora Nadir;
- um passo à esquerda e ocupar o lugar do colega à esquerda - eu e o outro;
- um passo à direita e ocupar o lugar do colega à direita - eu e o outro;
- volta ao espaço inicial de cada um - eu comigo mesmo;
- um passo ao centro - os trabalhos em grupo evoluem;
- um passo atrás e retorno ao ponto de partida - todo trabalho é passível de avaliação e de retomada de propósitos.
Professores em pequenos grupos;
- socializar as identidades;
- construir crachás;
- incluir no crachá, além do próprio nome, palavras com quais cada um se identifica;
- elaborar, a partir daí, o perfil do grupo.
- socializar, no grupão, os perfís levantados para cada grupo;
- perceber a diversidade de pensamento e de cultura de cada elemento do grupo.
- levantar as expectativas do grupo em relação à Formação a ser realizada.
MOMENTO COM O ALUNO
1- Trabalhar a identidade do aluno.
2- Metodologia do telecurso: recriar, refazer sem perder as características.
Os alunos serão convidados a participar de todo o processo, serão os sujeitos de suas aprendizagens.
3- Valorizar as produções dos alunos, expondo-as, sempre, nas paredes da sala de aula.
Primeiro Módulo: Língua Portuguesa e Ciências.
Segundo Módulo:
Terceiro Módulo:
METODOLOGIA
1- Período de Integração
Antecede o trabalho com as disciplinas
- Socializar as identidades.
- Elaborar pactos de convivência.
- Elaborar pactos didáticos.
- Organizar a turma em Equipes de Trabalho.
. das expectaticvas dos alunos quanto ao projeto;
. das experiências e vivências de cada um deles;
. das ações necessárias ao desenvolvimento das propostas levantadas.
Obs. As propostas levantadas com os alunos quanto aos pactos comportamentais e pedagógicos devem ser entregues aos alunos, por escrito, no segundo dia de aula ou encontro.
Sempre que necessário retomar com o aluno, ou com o grupo, os pactos estabelecidos.
Avaliar, sempre, o processo de ensino/ aprendizagem, com o aluno e com o grupo.
Fazer o registro diário da frequência do aluno.
Ausência do aluno às aulas, somente com justificação.
3- Proposta Pedagógica
Elemento gerador: o ser humano; aluno e professor.
Educação voltada para o desenvolvimento do ser.
O aluno é o foco de interesse da proposta.
4- Procedimentos
- O que utilizar para que essa educação aconteça?
- E para que ele se perceba cidadão do mundo e no mundo?
Primeiro Módulo - Quem sou eu?
-Ser biológico.
-Ser social.
-Ser histórico.
-Ser contemporâneo.
Proposta
- Dinâmicas de grupo
Ex. Mandala - recurso.
.Espalhar gravuras pelo chão.
.Observação das gravuras pelo grupo.
.Perceber a identificação de cada um por esta ou aquela gravura.
.Leitura de imagens a partir da gravura escolhida.
.Fragmentos de textos para serem relacionados, por semelhança ou por antagonismo, às gravuras escolhidas.
Reflexão
Somos seres de linguagens: verbais, não verbais, comportamentais e expressivas.
Por hoje é só. Continuaremos amanhã.
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