segunda-feira, 2 de julho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Quase
Quase saí da RME. Transtornada com a (in)disciplina dos meus atuais alunos, entrei em "parafuso". Passei a rejeitar meu trabalho ( até então motivo constante de prazer e de realização pessoal) a tal ponto que não conseguia mais sair de casa e chegar à escola com a mesma disposição que sempre tive.
Um aluno em especial levou-me à loucura. Perdi completamente o controle sobre ele; não sabia mais o que fazer, como agir, e como impedir que ele desestabilizasse de vez a mim e aos colegas de turma.
A solução apresentada pela coordenação pedagógica não me satisfazia; queriam, simplesmente, trocá-lo de turma e isso, para mim, seria assinar um atestado de incompetência da minha parte. Por outro lado, recursos como acionar a família e conversar com o aluno não surtiram nenhum efeito. Ele, cada vez mais, sentia-se fortalecido e ganhava adeptos na classe. Outros alunos passaram a imitar o comportamento irresponsável e irreverente dele.
Tive crises de herpes labial, de desânimo total, de falta de vontade de sair de casa para trabalhar...
No meio desse turbilhão de sentimentos ruins e negativos, dei entrada na gerência de recursos humanos da SMED, ao processo de "Licença sem Vencimentos" por um período de dois anos, renováveis por mais dois anos. Ficaria em casa, sem receber e tendo que pagar, eu mesma, a Previdência Social, para efeito de aposentadoria posterior. Nesse meio tempo, montaria uma franquia "kUMON", ou, uma "Sala de Estudos" de orientação ao "PARA CASA", à pesquisa escolar e/ou às defasagens de alunos do 1º ao 6º ano do ensino fundamental.
Tudo isso passou por minha cabeça enquanto vivia o problema da indisciplina do aluno.
O deferimento ou o indeferimento ao meu pedido de licença só se concretizaria num período de dois a três meses (julho/agosto) portanto. O que fazer?! "Chutar o pau da barraca"? Jogar fora dezessete anos de trabalho, um lugar de professora alcançado por mérito próprio, segundo lugar em um universo de mais de trinta mil candidatos? Trabalhar por conta própria, investir uma quantia razoável em um negócio arriscado que poderia ou não dar certo?!
Em meio a toda essa angústia, o aluno transferiu-se da escola. O pai veio a BH para resolver outros problemas familiares e ao tomar conhecimento das atitudes do filho resolveu levá-lo consigo para São Paulo.
Aleluia! Cancelei meu pedido de licença...
sábado, 28 de abril de 2012
Economia Porca
Trabalhamos diariamente por três horas e meia na sala de aula e fazemos mais uma hora fora dela, porém no ambiente da escola. Essa uma hora é destinada a planejamento das aulas, correção de provas, trabalhos e exercícios dos alunos, organização do material didático a ser utilizado durante as aulas, atendimento personalizado aos alunos e aos seus pais, quando necessário.
Quem é do meio sabe que essa "uma hora diária de projeto" só funciona na teoria... Não que ela não seja necessária, ou, pior ainda, que ela não seja utilizada.
Ela é utilizada, é necessária e não é suficiente para o quanto precisa ser feito em função das necessidades dos alunos e do que caracteriza uma aula bem planejada.
Uma aula bem planejada demanda tempo, recursos, material de pesquisa, domínio do que se deseja, estrutura física, recursos de toda ordem, etc ...
Pois bem, nós, professores municipais de BH, depois de muita argumentação, conquistamos, novamente, o que a Lei já nos permitia: o tempo de projeto de uma hora por dia, fora da regência de sala, para o planejamento das próximas aulas.
Mas, tem sobrado para os professores referenciais da RME/BH, a correção das "Avaliações Sistêmicas", e até aí tudo bem, e a montagem da planilha com os dados estatísticos que irão alimentar os computadores da SMED.
Dito assim parece simples. Pode-se dizer: e daí, estão reclamando do quê?
Acontece que a avaliação sistêmica da PBH coincide com o período de avaliação trimestral da Rede. O mês de abril.
Então, descontando-se o período de elaboração, digitação, xerox e aplicação das provas trimestrais estamos envolvidas com essa questão "avaliação trimestral" desde o primeiro dia do mês de abril.
Na semana de 09 a 13 de abril, cada professora aplicou as ditas avaliações, na sua turma. O momento seguinte é o da correção, levantamento das notas alcançadas pelos alunos; levantamento do número de alunos que faltou no dia da prova; organização, com a Coordenação Pedagógica, de um local para que esses alunos (que são muitos) façam as suas avaliações; correção destas, levantamento das notas.
Etapa seguinte, lista dos alunos em "Recuperação".
Ficaram abaixo da média, têm o direito à "Recuperação Paralela" e, o processo em si da "Recuperação" dos alunos que ficaram abaixo do esperado.
Só então, parte-se para a etapa final do período avaliativo que é o lançamento dos dados dos alunos no sistema da INTRANET da PBH. Gera-se o boletim do aluno, marca-se a "Reunião de Pais e Professores' para a entrega dos resultados da primeira etapa de avaliações. Tudo isso, até o dia 11 de maio.
Tudo muito bem, tudo muito bom, se no meio desse caminho não estivessem as "Avaliações Sistêmicas" da PBH.
Elas nos chegaram às mãos para serem aplicadas nos dias 18,19 e 20 de abril. Avaliações diagnóstica?! em abril?! de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências da Natureza. São 24 questões de múltipla escolha, num total de mais ou menos 10 páginas para cada disciplina...
Tudo bem, aplicamos, corrigimos, registramos o total de acertos de cada aluno, nas três disciplinas de estudo. E mais, colorimos de azul, numa planilha oferecida pela PBH, cada questão acertada pelo aluno, uma por uma.
Fazendo-se as contas do trabalho físico que isso demanda chega-se ao seguinte cálculo: são 3 x 30 provas num total de 90 provas e 3 x 24 questões, 72 questões. Estas são corrigidas uma primeira vez; numa segunda vez são olhadas novamente para se passar o total de acertos para a planilha; olha-se novamente, questão por questão, de aluno por aluno, para se colorir os acertos de cada um...
Quando pensamos que o trabalho estava terminado, no apagar das luzes, antes do recesso e feriado de maio, recebemos a notícia de que, dessa vez, deveríamos marcar também, para cada aluno, nas respectivas planilhas, a letra correspondente à questão errada que cada aluno marcou...
Como assim?! Já estamos fazendo um trabalho( e, consequentemente, desviando-nos do nosso foco) que interessa diretamente às estatísticas municipais sobre o desempenho escolar dos alunos da Rede... Num tempo exíguo!
Fico pensando. Por que a PBH não contratou uma equipe para fazer esse trabalho mais mecânico de organização das planílhas e lançamento dos dados nos computadores do sistema?!Por que utilizar uma mão de obra, a dos professores, tão especializada, para fazer um trabalho puramente mecânico, que qualquer um pode fazer? Por que utilizar, pergunto novamente, a mão de obra dos professores, que nessa altura do campeonato, deveriam estar voltados para o planejamento e a organização da segunda etapa de ensino? Pensar na dinâmica das escolas da Rede é o mínimo que se espera de gestores realmente preocupados com a qualidade do ensino municipal...
Quem é do meio sabe que essa "uma hora diária de projeto" só funciona na teoria... Não que ela não seja necessária, ou, pior ainda, que ela não seja utilizada.
Ela é utilizada, é necessária e não é suficiente para o quanto precisa ser feito em função das necessidades dos alunos e do que caracteriza uma aula bem planejada.
Uma aula bem planejada demanda tempo, recursos, material de pesquisa, domínio do que se deseja, estrutura física, recursos de toda ordem, etc ...
Pois bem, nós, professores municipais de BH, depois de muita argumentação, conquistamos, novamente, o que a Lei já nos permitia: o tempo de projeto de uma hora por dia, fora da regência de sala, para o planejamento das próximas aulas.
Mas, tem sobrado para os professores referenciais da RME/BH, a correção das "Avaliações Sistêmicas", e até aí tudo bem, e a montagem da planilha com os dados estatísticos que irão alimentar os computadores da SMED.
Dito assim parece simples. Pode-se dizer: e daí, estão reclamando do quê?
Acontece que a avaliação sistêmica da PBH coincide com o período de avaliação trimestral da Rede. O mês de abril.
Então, descontando-se o período de elaboração, digitação, xerox e aplicação das provas trimestrais estamos envolvidas com essa questão "avaliação trimestral" desde o primeiro dia do mês de abril.
Na semana de 09 a 13 de abril, cada professora aplicou as ditas avaliações, na sua turma. O momento seguinte é o da correção, levantamento das notas alcançadas pelos alunos; levantamento do número de alunos que faltou no dia da prova; organização, com a Coordenação Pedagógica, de um local para que esses alunos (que são muitos) façam as suas avaliações; correção destas, levantamento das notas.
Etapa seguinte, lista dos alunos em "Recuperação".
Ficaram abaixo da média, têm o direito à "Recuperação Paralela" e, o processo em si da "Recuperação" dos alunos que ficaram abaixo do esperado.
Só então, parte-se para a etapa final do período avaliativo que é o lançamento dos dados dos alunos no sistema da INTRANET da PBH. Gera-se o boletim do aluno, marca-se a "Reunião de Pais e Professores' para a entrega dos resultados da primeira etapa de avaliações. Tudo isso, até o dia 11 de maio.
Tudo muito bem, tudo muito bom, se no meio desse caminho não estivessem as "Avaliações Sistêmicas" da PBH.
Elas nos chegaram às mãos para serem aplicadas nos dias 18,19 e 20 de abril. Avaliações diagnóstica?! em abril?! de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências da Natureza. São 24 questões de múltipla escolha, num total de mais ou menos 10 páginas para cada disciplina...
Tudo bem, aplicamos, corrigimos, registramos o total de acertos de cada aluno, nas três disciplinas de estudo. E mais, colorimos de azul, numa planilha oferecida pela PBH, cada questão acertada pelo aluno, uma por uma.
Fazendo-se as contas do trabalho físico que isso demanda chega-se ao seguinte cálculo: são 3 x 30 provas num total de 90 provas e 3 x 24 questões, 72 questões. Estas são corrigidas uma primeira vez; numa segunda vez são olhadas novamente para se passar o total de acertos para a planilha; olha-se novamente, questão por questão, de aluno por aluno, para se colorir os acertos de cada um...
Quando pensamos que o trabalho estava terminado, no apagar das luzes, antes do recesso e feriado de maio, recebemos a notícia de que, dessa vez, deveríamos marcar também, para cada aluno, nas respectivas planilhas, a letra correspondente à questão errada que cada aluno marcou...
Como assim?! Já estamos fazendo um trabalho( e, consequentemente, desviando-nos do nosso foco) que interessa diretamente às estatísticas municipais sobre o desempenho escolar dos alunos da Rede... Num tempo exíguo!
Fico pensando. Por que a PBH não contratou uma equipe para fazer esse trabalho mais mecânico de organização das planílhas e lançamento dos dados nos computadores do sistema?!Por que utilizar uma mão de obra, a dos professores, tão especializada, para fazer um trabalho puramente mecânico, que qualquer um pode fazer? Por que utilizar, pergunto novamente, a mão de obra dos professores, que nessa altura do campeonato, deveriam estar voltados para o planejamento e a organização da segunda etapa de ensino? Pensar na dinâmica das escolas da Rede é o mínimo que se espera de gestores realmente preocupados com a qualidade do ensino municipal...
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Minha Tia e Professora
Fui alfabetizada por minha tia, irmã de meu pai, na década de 60. Era uma professora intuitiva: animada, criativa, segura do método de alfabetizar, alegre, responsável e feliz, muito feliz em sala de aula.
Lembro-me da Cartilha "Lili, Lalau e o Lobo". Lembro-me dos Contos Infantis: "O Patinho Feio", "Cinderela", "Soldadinhos de Chumbo" e tantos outros.
Tornei-me adulta e professora. Foi com minha tia, na escola onde ela trabalhava, que entrei pela primeira vez numa sala de aula, agora eu também, professora!
Trilhei outros caminhos na Educação; tornei-me Supervisora Pedagógica, Diretora e novamente Professora, meu cargo atual.
À época, foi com grande surpresa que recebi a notícia de que minha tia iria se aposentar. Tive pena dela e dos alunos... Como, tia! Você vai parar de trabalhar? Deixar de fazer algo de que você gosta tanto e faz tão bem... E ele calmamente respondeu-me:
_ Já não tenho mais tanta energia e não consigo mais interagir com meus alunos... Meu tempo passou.
Pois é! Meu tempo passou...
Essa foi mais uma das tantas lições que aprendi com ela, que soube parar no momento certo.
Eu também vou parar e vou parar antes que a minha energia e a minha saúde acabem de vez. Chegou a hora e o momento é agora. Deixo tudo: alegria, entusiasmo, vibração, realização pessoal e profissional, mas e sobretudo deixo a convicção de que um dia a educação brasileira terá a sua própria identidade e uma "cara" que reflita a alma dos brasileiros. Ou será esse mais um um ledo engano?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Ser professora
Ser professora nos dias atuais é estar sempre em crise de identidade. Que profissional sou eu? Tenho todas as competências para lidar com o aluno que me diz na "lata" que só vai à escola porque a família o obriga?
O professor tem que ser competente, dominar o conteúdo que vai lecionar, saber "ganhar" o aluno para a aula que será ministrada, mas como fazer isso? O que fazer com o aluno de 11/12 anos que olha pra você e lhe diz na cara que não vai fazer a atividade proposta; que não trouxe, pela enésima vez, o material de estudo; que não fez o "Para Casa" porque se esqueceu de fazer...
Como dar continuidade ao ensino de Matemática para o aluno do 6º ano que sequer domina os fatos fundamentais das quatro operações básicas. Como trabalhar os números racionais, as medidas, os gráficos e as tabelas, a geometria, o cálculo do perímetro e da área se o aluno não reconhece quantidades além das centenas? Como trabalhar a organização textual, a escrita coerente e coesa, com um padrão semântico e ortográfico razoável se o aluno, ainda na fase da silabação, jura de pés juntos pra você que já sabe ler e escrever e que não precisa estudar mais?
Como desenvolver os conceitos geográficos, históricos e científicos com o aluno que lhe faz se sentir transparente em sala de aula, que não lhe dá a chance de introduzir os assuntos a serem estudados? Como fazer uma aula dialogada com o aluno que não dá a mínima para o tema em discussão, qualquer que seja ele? E a leitura? Pesquisa recente confirma que o brasileiro de qualquer nível social lê pouco, quando muito, dois livros por ano... O que fazer? Ler para o aluno, ele não ouve. Ler com o aluno, ele lhe deixa lendo sozinha. Ler coletivamente, metade lê e a outra metade voa, não participa. Incentivá-los a ler individualmente é pregar no deserto... O que fazer? Como sair dessa inércia?
quarta-feira, 14 de março de 2012
Heterogeneidade
De repente virou moda a formação de turmas heterogêneas. Afirmam os que defendem essa ideia que numa turma heterogênea o aluno mais forte pode ajudar àquele mais fraco. Ledo engano. O mais fraco sabe que é mais fraco e o mais forte sabe que é mais forte. Um não tem paciência, nem solidariedade para compreender a situação do outro e ajudá-lo ou ser ajudado.
Na prática sobra para o professor descascar esse abacaxi. Volta-se aos primórdios da educação brasileira onde coexistiam numa mesma classe e sob o comando de uma única professora várias séries, ou vários grupos de alunos; tão diferenciados em seus níveis de conhecimento que à professora só restava agrupá-los, na classe, e planejar aulas diferentes para atender às necessidades dos diferentes grupos.
Hoje, vejo-me na mesma situação da professorinha dos anos 30, do século passado. No meu grupo atual de 29 alunos do 6º ano do ensino fundamental, um deles é analfabeto, metade da turma está semi alfabetizada e o restante distribui-se entre os níveis de aprendizagens que vão do 3º ao 6º ano. Somente dois ou três alunos estão prontos para para os estudos específicos do 6º ano de escolarização formal. Os recursos didáticos que tenho à minha disposição atendem somente aos alunos que estão prontos para cursar o 6º ano; no entanto, todos os dias em qualquer das aulas a serem dadas preciso voltar a conteúdos que já deveriam estar consolidados na bagagem de aprendizagens dos alunos. Consequência disso: a aula não rende, pois muito dos conteúdos sequer foram apresentados aos alunos nos seus anos anteriores de estudo.
É comum na turma o texto ilegível, a caligrafia misturada contendo letras maiúsculas no meio da palavra, por exemplo. Na Matemática, o não automatismo dos fatos fundamentais e dos conceitos básicos das quatro operações impedem qualquer avanço no ensino dessa matéria; leitura sem ritmo, entonação de voz ou domínio do vocabulário básico torna-se enfadonha e sem graça para os alunos. Sendo assim, como ensinar os conteúdos relativos à História, Geografia ou Ciências? Meus alunos não dominam o mínimo da Língua Escrita. São falantes do Português Oral, mas não são escritores e nem leitores em Língua Portuguesa...
Na prática sobra para o professor descascar esse abacaxi. Volta-se aos primórdios da educação brasileira onde coexistiam numa mesma classe e sob o comando de uma única professora várias séries, ou vários grupos de alunos; tão diferenciados em seus níveis de conhecimento que à professora só restava agrupá-los, na classe, e planejar aulas diferentes para atender às necessidades dos diferentes grupos.
Hoje, vejo-me na mesma situação da professorinha dos anos 30, do século passado. No meu grupo atual de 29 alunos do 6º ano do ensino fundamental, um deles é analfabeto, metade da turma está semi alfabetizada e o restante distribui-se entre os níveis de aprendizagens que vão do 3º ao 6º ano. Somente dois ou três alunos estão prontos para para os estudos específicos do 6º ano de escolarização formal. Os recursos didáticos que tenho à minha disposição atendem somente aos alunos que estão prontos para cursar o 6º ano; no entanto, todos os dias em qualquer das aulas a serem dadas preciso voltar a conteúdos que já deveriam estar consolidados na bagagem de aprendizagens dos alunos. Consequência disso: a aula não rende, pois muito dos conteúdos sequer foram apresentados aos alunos nos seus anos anteriores de estudo.
É comum na turma o texto ilegível, a caligrafia misturada contendo letras maiúsculas no meio da palavra, por exemplo. Na Matemática, o não automatismo dos fatos fundamentais e dos conceitos básicos das quatro operações impedem qualquer avanço no ensino dessa matéria; leitura sem ritmo, entonação de voz ou domínio do vocabulário básico torna-se enfadonha e sem graça para os alunos. Sendo assim, como ensinar os conteúdos relativos à História, Geografia ou Ciências? Meus alunos não dominam o mínimo da Língua Escrita. São falantes do Português Oral, mas não são escritores e nem leitores em Língua Portuguesa...
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