quinta-feira, 22 de abril de 2010
Sumida
Não tenho postado ultimamente. Estou sem inspiração. Gosto de escrever quando algo mexe comigo, para o bem ou para o mau. Ando na rotina; nada de novo, por isso, sumi.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Autocontrole e desejo
Uma das tarefas mais difíceis de todo e qualquer professor é a de estabelecer com seus alunos uma convivência harmônica e favorável aos atos de estudar/aprender. Comumente vários e preciosos momentos, que deveriam estar canalizados para o estudo, são gastos no convencimento do outro (aluno) de que o estudo/aprendizagem requerem interesse, persistência, foco, atenção, trabalho, em suma, disciplina.
Não a disciplina do submisso, do conformado, do ingênuo, daquele que a tudo vê e ouve e a nada questiona, mas a disciplina daquele que sabe o que quer, sabe o que busca para a sua vida e compreende que parte dessa busca está agregada ao seu comportamento em relação ao esforço empregado nessa busca.
Há crianças de seis, sete anos que chegam à escola totalmente esclarecidas sobre o que vão encontrar ali. Quando lhes perguntamos, nos primeiros contatos, o que se faz em uma escola, respondem de pronto que é aprender a ler e a escrever. Outras, no entanto, rejeitam o papel de estudantes até às últimas consequências.
Deixam claro, já nos primeiros encontros com os professores e colegas de que estão ali, porque são obrigados pelas famílias e dizem literalmente: "estou aqui porque minha mãe me obriga"; "eu odeio estudar"; "minha mãe não estudou e ganha muito dinheiro, por que eu tenho que estudar? Esta foi uma afirmação e uma pergunta feitas a mim muito recentemente.
Estudar, conhecer melhor o mundo onde se vive; conhecer o funcionemento da sociedade; interessar-se pela origem do ser humano, do mundo, do universo... Enfim, nem sempre esses assuntos e/ou conteúdos escolares fazem parte do universo de interesse de boa parte dos alunos que frequentam as escolas.
Qualquer atividade proposta a esse tipo de aluno esbarra na armadura do seu interesse por elas. Se deixados a vontade, fazem da escola e/ou da sala de aula um lugar para a gritaria insana, para a correria sem limite e objetivo, para a agressão gratuita ao outro (colega, professor, funcionário) e para o não fazer nada além dessas atitudes citadas.
Não gostam de ler, ou melhor de estudar um texto na sua profundidade para extrair dele informação, conhecimento, ou o prazer da descoberta de um outro mundo, via leitura.
Geralmente esses alunos demonstram claramente que já estão satisfeitos com o fato de terem aprendido a decodificar um texto, pensam que ler é somente decifrar palavras. E, se rejeitam a leitura mais atenta e profunda de um texto, a escrita, então, vira um "Deus-nos-acuda"!
Para eles a escrita ortográfica inexiste, a legibilidade da letra e do texto nem pensar e refazer um exercício marcado pelas observações da professora, uma ofensa: "já fiz, pronto, prá que fazer de novo; num vô fazê, não"! "Faz você"! Fecham a cara, fitam a professora desafiadoramente, cruzam os braços e não refazem o trabalho de jeito nenhum.
Outros "esquecem" o material de uso em sala de aula, em casa. E quando é assim, ficam o tempo todo da aula sem o livro, sem o caderno, sem o lápis, sem nada... Perturbam a todos.
Os alunos motivados e interessados pelos estudos ficam prejudicados, porque a aula não rende, não sai do lugar e todos ao final de alguns momentos de "luta verbal" já estão completamente estressados e cansados da situação, que infelizmente se repete todos os dias, pelas salas de aula do país...
Não a disciplina do submisso, do conformado, do ingênuo, daquele que a tudo vê e ouve e a nada questiona, mas a disciplina daquele que sabe o que quer, sabe o que busca para a sua vida e compreende que parte dessa busca está agregada ao seu comportamento em relação ao esforço empregado nessa busca.
Há crianças de seis, sete anos que chegam à escola totalmente esclarecidas sobre o que vão encontrar ali. Quando lhes perguntamos, nos primeiros contatos, o que se faz em uma escola, respondem de pronto que é aprender a ler e a escrever. Outras, no entanto, rejeitam o papel de estudantes até às últimas consequências.
Deixam claro, já nos primeiros encontros com os professores e colegas de que estão ali, porque são obrigados pelas famílias e dizem literalmente: "estou aqui porque minha mãe me obriga"; "eu odeio estudar"; "minha mãe não estudou e ganha muito dinheiro, por que eu tenho que estudar? Esta foi uma afirmação e uma pergunta feitas a mim muito recentemente.
Estudar, conhecer melhor o mundo onde se vive; conhecer o funcionemento da sociedade; interessar-se pela origem do ser humano, do mundo, do universo... Enfim, nem sempre esses assuntos e/ou conteúdos escolares fazem parte do universo de interesse de boa parte dos alunos que frequentam as escolas.
Qualquer atividade proposta a esse tipo de aluno esbarra na armadura do seu interesse por elas. Se deixados a vontade, fazem da escola e/ou da sala de aula um lugar para a gritaria insana, para a correria sem limite e objetivo, para a agressão gratuita ao outro (colega, professor, funcionário) e para o não fazer nada além dessas atitudes citadas.
Não gostam de ler, ou melhor de estudar um texto na sua profundidade para extrair dele informação, conhecimento, ou o prazer da descoberta de um outro mundo, via leitura.
Geralmente esses alunos demonstram claramente que já estão satisfeitos com o fato de terem aprendido a decodificar um texto, pensam que ler é somente decifrar palavras. E, se rejeitam a leitura mais atenta e profunda de um texto, a escrita, então, vira um "Deus-nos-acuda"!
Para eles a escrita ortográfica inexiste, a legibilidade da letra e do texto nem pensar e refazer um exercício marcado pelas observações da professora, uma ofensa: "já fiz, pronto, prá que fazer de novo; num vô fazê, não"! "Faz você"! Fecham a cara, fitam a professora desafiadoramente, cruzam os braços e não refazem o trabalho de jeito nenhum.
Outros "esquecem" o material de uso em sala de aula, em casa. E quando é assim, ficam o tempo todo da aula sem o livro, sem o caderno, sem o lápis, sem nada... Perturbam a todos.
Os alunos motivados e interessados pelos estudos ficam prejudicados, porque a aula não rende, não sai do lugar e todos ao final de alguns momentos de "luta verbal" já estão completamente estressados e cansados da situação, que infelizmente se repete todos os dias, pelas salas de aula do país...
domingo, 14 de março de 2010
Tempo de Persistir
Como o agricultor que prepara a terra para receber a semente, sigo o plano de preparar os alunos para aprendizagens mais sólidas e consistentes. Estabelecida a rotina pedagógica; sabedora da capacidade da turma para novas aprendizagens, agora é seguir em frente.
Metas estabelecidas, objetivos definidos, recursos pedagógicos à disposição, o momento é o de ser persistente, acreditar no planejamento feito e executá-lo.
Dito assim, parece simples e fácil, mas não é.
Sala de aula é sempre sala de aula e lidar com gente um enigma constante.
Por mais que se organize o trabalho, por mais que se controle todas as variáveis, o momento da execução de um planejamento é imprevisível. O plano "B" precisa estar à mão caso não se queira perder o controle da situação. O tempo em sala de aula é escorregadio, traiçoeiro e quando pensamos tê-lo sob controle ele nos escapa.
Penso nas aulas que vou desenvolver com minha turma com antecedência; chego mais cedo e organizo tudo: das carteiras ao material a ser utilizado naquele dia para aquela situação já esquematizada, mas ora é um aluno que não está atento, ora outro que conversa com o colega do lado, ora é aquele que se levanta, pois precisa ir ao banheiro. E aquela menininha lá do fundo que de repente que faz uma pergunta "nada a ver" com o assunto do momento da aula?!
Há também as interferências de fora: o recado que precisa ser dado; a mãe que quer ser recebida porque não pode participar da reunião e não entende que a professora não pode dar-lhe atenção naquele momento, pois está desenvolvendo um trabalho com os alunos, ufa! Um sufoco. A sensação, ao final de quatro horas e meia de trabalho é a de ter sido atropelada por uma jamanta.
Saio exausta da sala de aula, todos os dias, e frequentemente frustrada por não ter cumprido nem a metade do que pretendera para aquele dia.
Dizem os teóricos de que temos que ser resilientes; passar por todas as pressões e retornar à calma, ao ponto de partida, ao que foi planejado. Persistir parece ser o nosso verbo motor.
Metas estabelecidas, objetivos definidos, recursos pedagógicos à disposição, o momento é o de ser persistente, acreditar no planejamento feito e executá-lo.
Dito assim, parece simples e fácil, mas não é.
Sala de aula é sempre sala de aula e lidar com gente um enigma constante.
Por mais que se organize o trabalho, por mais que se controle todas as variáveis, o momento da execução de um planejamento é imprevisível. O plano "B" precisa estar à mão caso não se queira perder o controle da situação. O tempo em sala de aula é escorregadio, traiçoeiro e quando pensamos tê-lo sob controle ele nos escapa.
Penso nas aulas que vou desenvolver com minha turma com antecedência; chego mais cedo e organizo tudo: das carteiras ao material a ser utilizado naquele dia para aquela situação já esquematizada, mas ora é um aluno que não está atento, ora outro que conversa com o colega do lado, ora é aquele que se levanta, pois precisa ir ao banheiro. E aquela menininha lá do fundo que de repente que faz uma pergunta "nada a ver" com o assunto do momento da aula?!
Há também as interferências de fora: o recado que precisa ser dado; a mãe que quer ser recebida porque não pode participar da reunião e não entende que a professora não pode dar-lhe atenção naquele momento, pois está desenvolvendo um trabalho com os alunos, ufa! Um sufoco. A sensação, ao final de quatro horas e meia de trabalho é a de ter sido atropelada por uma jamanta.
Saio exausta da sala de aula, todos os dias, e frequentemente frustrada por não ter cumprido nem a metade do que pretendera para aquele dia.
Dizem os teóricos de que temos que ser resilientes; passar por todas as pressões e retornar à calma, ao ponto de partida, ao que foi planejado. Persistir parece ser o nosso verbo motor.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Sentimento Confuso
Não sei o que se passa comigo, mas não estou feliz e nem me sinto segura com o trabalho que venho desenvolvendo neste início de ano letivo.
Estou ainda na fase do conhecimento dos meus novos alunos, mas sinto neles uma espécie de rejeição a mim. Desde o dia dois de fevereiro estamos juntos, já fiz várias tentivas e propostas de organização dos trabalhos tanto dos pedagógicos quanto os relativos a organização da rotina em sala de aula e ainda não me sinto satisfeita.
O "olho no olho" ainda não aconteceu, as atividades não fluem, já estou "batendo de frente" com alguns alunos e tudo o que proponho em sala não está sendo levado a sério, é como se não fosse prá valer.
Uma das questões que emperram uma sala de aula é o "entra-e-sai" de alunos para a ida ao banheiro e/ou sair para tomar água.
Como sempre, os alunos mais maduros e responsáveis assimilam logo de início as regras de organização desses fatos e usam-nas com propriedade e conforme o combinado. Porém, aqueles mais imaturos demandam tanto do professor quanto da turma, mais paciência e tempo para que também eles passem a colaborar com a rotina do dia -a- dia em sala de aula.
Essa organização se faz tremendamente necessária em função do que se pretente alcançar quanto ao rendimento pedagógico da turma, mas nem todos colaboram e/ou compreendem e, com isso, o contato diário com esses alunos, torna-se penoso não só para os professores da turma, mas também para os alunos que levam os estudos a sério.
Sinto-me já sem paciência para com os alunos que demandam mais tempo e mais atenção.
Será que é a minha idade que está pesando? O que fazer? Como lidar com os alunos rebeldes? O que fazer para que estes não monopolizem a atenção da professora e interfiram negativamente no comportamento da turma de um modo geral?
Estou ainda na fase do conhecimento dos meus novos alunos, mas sinto neles uma espécie de rejeição a mim. Desde o dia dois de fevereiro estamos juntos, já fiz várias tentivas e propostas de organização dos trabalhos tanto dos pedagógicos quanto os relativos a organização da rotina em sala de aula e ainda não me sinto satisfeita.
O "olho no olho" ainda não aconteceu, as atividades não fluem, já estou "batendo de frente" com alguns alunos e tudo o que proponho em sala não está sendo levado a sério, é como se não fosse prá valer.
Uma das questões que emperram uma sala de aula é o "entra-e-sai" de alunos para a ida ao banheiro e/ou sair para tomar água.
Como sempre, os alunos mais maduros e responsáveis assimilam logo de início as regras de organização desses fatos e usam-nas com propriedade e conforme o combinado. Porém, aqueles mais imaturos demandam tanto do professor quanto da turma, mais paciência e tempo para que também eles passem a colaborar com a rotina do dia -a- dia em sala de aula.
Essa organização se faz tremendamente necessária em função do que se pretente alcançar quanto ao rendimento pedagógico da turma, mas nem todos colaboram e/ou compreendem e, com isso, o contato diário com esses alunos, torna-se penoso não só para os professores da turma, mas também para os alunos que levam os estudos a sério.
Sinto-me já sem paciência para com os alunos que demandam mais tempo e mais atenção.
Será que é a minha idade que está pesando? O que fazer? Como lidar com os alunos rebeldes? O que fazer para que estes não monopolizem a atenção da professora e interfiram negativamente no comportamento da turma de um modo geral?
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O Retorno
Retornei a escola depois de seis meses de "Férias-prêmio".
Nada mudou! Aliás, achei a escola mais detonada ainda do que no ano de 2009.
A porta da minha sala de aula está com a fechadura arrombada, as cortinas das três janelas estão despencando e por isso há reflexos de luz no quadro dificultando o registro das atividades pelos alunos; dois armários de aço e dois escaninhos entulham a sala. No espaço que sobra mal cabem as vinte e oito cadeiras e mesinhas dos alunos e a mesa da professora. Não tenho, com isso, a opção de trabalhar em círculo, com os alunos. Resta-me, então, dispor as carteiras em dupla, ou em grupos de quatro. Quando preciso que os alunos trabalhem individualmente e/ou nos momentos de avaliação, passo o maior sufoco para conseguir enfileirar as carteiras e nos dias de trabalho em grupo, não posso usar o quadro de giz, porque um deles tem que ficar embaixo do quadro, na falta de outro espaço.
Os livros didáticos, no seu terceiro ano de uso, (temos que usá-los por quatro anos consecutivos) estão um molambo, aqueles que foram devolvidos pelos alunos do ano passado... A maior parte dos livros (vinte e oito ao todo) só Deus sabe por onde andam.
Nesse contexto, encerro hoje minha primeira semana com a turma de 2010. Fizemos trabalhos de reconhecimento do terreno: apresentações mútuas, socialização das identidades tanto dos alunos quanto da professora, leitura de texto para observação das habilidades já adquiridas por eles; fizemos também algumas atividades de Matemática, Números Naturais: representação, ideia de conjunto e conceitos de cardinalidade aplicados em uma série de exercícios.
De um modo geral, parece que a turma está pronta e sem maiores problemas para fazer os estudos referentes ao sexto ano de escolarização.
Estou com boa expectativa.
Nada mudou! Aliás, achei a escola mais detonada ainda do que no ano de 2009.
A porta da minha sala de aula está com a fechadura arrombada, as cortinas das três janelas estão despencando e por isso há reflexos de luz no quadro dificultando o registro das atividades pelos alunos; dois armários de aço e dois escaninhos entulham a sala. No espaço que sobra mal cabem as vinte e oito cadeiras e mesinhas dos alunos e a mesa da professora. Não tenho, com isso, a opção de trabalhar em círculo, com os alunos. Resta-me, então, dispor as carteiras em dupla, ou em grupos de quatro. Quando preciso que os alunos trabalhem individualmente e/ou nos momentos de avaliação, passo o maior sufoco para conseguir enfileirar as carteiras e nos dias de trabalho em grupo, não posso usar o quadro de giz, porque um deles tem que ficar embaixo do quadro, na falta de outro espaço.
Os livros didáticos, no seu terceiro ano de uso, (temos que usá-los por quatro anos consecutivos) estão um molambo, aqueles que foram devolvidos pelos alunos do ano passado... A maior parte dos livros (vinte e oito ao todo) só Deus sabe por onde andam.
Nesse contexto, encerro hoje minha primeira semana com a turma de 2010. Fizemos trabalhos de reconhecimento do terreno: apresentações mútuas, socialização das identidades tanto dos alunos quanto da professora, leitura de texto para observação das habilidades já adquiridas por eles; fizemos também algumas atividades de Matemática, Números Naturais: representação, ideia de conjunto e conceitos de cardinalidade aplicados em uma série de exercícios.
De um modo geral, parece que a turma está pronta e sem maiores problemas para fazer os estudos referentes ao sexto ano de escolarização.
Estou com boa expectativa.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Estudo de Texto na Formação de Professores
Texto Educar em Comunidade de Rafael Yus
Educar em Comunidade
Ênfase na educação holística. O holismo é uma teoria que considera a interação entre os elementos do universo; segundo essa teoria "a soma das partes é maior do que as partes que o formam.
Na sala de aula essa ideia resulta numa aprendizagem cooperativa e implica na teoria do controle, o acompanhamento do desenvolvimento humano; o que acontece dentro de cada um em interação com o outro; implica na aprendizagem em grupo; implica na cooperação em sala de aula; implica na comunidade de aprendizagem que é igual a comunidade ecológica: estudos responsáveis, experiências pessoais adaptadas ao aprender mais, envolvimento com os estudos no grupo, aprendizado significativo e aplicável à vida.
As escolas acolhedoras encontram-se em um nível mais amplo do que o da sala de aula.
Alfabetização Social
Princípios:
Para mim se deu no dia 05/11/09, isto porque não pude estar presente nas atividades do dia 06/11.
Pauta:
Sucesso a todos e a todas!
Educar em Comunidade
Ênfase na educação holística. O holismo é uma teoria que considera a interação entre os elementos do universo; segundo essa teoria "a soma das partes é maior do que as partes que o formam.
Na sala de aula essa ideia resulta numa aprendizagem cooperativa e implica na teoria do controle, o acompanhamento do desenvolvimento humano; o que acontece dentro de cada um em interação com o outro; implica na aprendizagem em grupo; implica na cooperação em sala de aula; implica na comunidade de aprendizagem que é igual a comunidade ecológica: estudos responsáveis, experiências pessoais adaptadas ao aprender mais, envolvimento com os estudos no grupo, aprendizado significativo e aplicável à vida.
As escolas acolhedoras encontram-se em um nível mais amplo do que o da sala de aula.
Alfabetização Social
Princípios:
- mundo amável;
- pessoas criam o seu próprio mundo;
- evolução da concepção ingênua do mundo à percepção crítica dos fenômenos sociais;
- aquisição e uso de estratégias na resolução dos problemas.
- amor ao outro ;
- humildade no trato com os fenômenos sociais e individuais;
- fé no outro, no conhecimento e na força do trabalho consciente;
- verdade nos posicionamentos sociais e individuais;
- esperança nas propostas e nos propósitos a serem alcançados;
- pensamento crítico em relação aos atores sociais com os quais nos relacionamos e com o ser que nós somos e nossas condições reais de enfrentar esse ou aquele problema.
Para mim se deu no dia 05/11/09, isto porque não pude estar presente nas atividades do dia 06/11.
Pauta:
- Roda de Conversa
- Conversa sobre os textos lidos
- Apresentação do caderno de metodologia das Tele aulas
- Período de integração - modelos de atividades
- Trabalho com a "Língua Portuguesa" - uma das aulas a serem dadas
- Avaliação
Sucesso a todos e a todas!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Colunas de Sustentação da Tele sala
Coordenar
Avaliar
Socializar
Sintelizar
Esses são os princípios das tele aulas.
A turma se divide nessas quatro equipes: coordenação; socialização; síntese e avaliação. O trabalho de montagem das equipes pode ser iniciado a partir do estudo dos significados dos nomes de cada uma das quatro ações, eixos do funcionamento de um trabalho integrado professor/aluno, sendo o aluno, sujeito do processo ensino/aprendizagem.
O conceito de tele sala é simples, pois em qualquer lugar onde houver alunos, lá estarão os equipamentos e os recursos audio visuais que darão suporte para que as aulas aconteçam.
Portanto, é a organização da turma em equipes de trabalho que dará condição dos alunos agirem e se tornarem os condutores da própria aprendizagem.
Isto, porque, a Coordenação tem por função básica, a organização dos trabalhos da turma. A Avaliação, avalia o processo e corrige os rumos sempre que necessário. A Síntese se encarrega do registro das atividades da turma e a Integração, socializa e promove a união do grupo.
É de praxe que todos os alunos da turma, de tempo em tempo, troca de equipe, para vivenciar e adquirir as habilidades inerentes a cada uma das quatro funções. O melhor momento do rodízio será indicado pelo grupo. No primeiro módulo, principalmente, as equipes trabalharão todos os dias, cumprindo, cada uma, as tarefas inerentes à sua equipe.
Palavras geradoras de ações ou atribuições para as equipes: abstração, ação, afetividade, alternativas, alegria, valorização, superação, criatividade, cooperação, crescimento, gerência, compreensão, agilidade, humildade, comunicação, iniciativa, expressão, sensibilidade, tolerância, entusiasmo, objetividade, discernimento, parceria, responsabilidade, respeito, coerência, pertencimento, honestidade, planejamento, memória, participação,resultados,organização, clareza, dentre outras.
Integração das equipes
Ações:
- Agenda do dia
- Solução de problemas
-Organização dos grupos de trabalho
- Administração do ambiente
- Administração do tempo para cada atividade.
Reservar de quinze a vinte minutos ao final de cada aula, para que as equipes se articulem, para os trabalhos do dia seguinte.
(Por hoje é só.)
Avaliar
Socializar
Sintelizar
Esses são os princípios das tele aulas.
A turma se divide nessas quatro equipes: coordenação; socialização; síntese e avaliação. O trabalho de montagem das equipes pode ser iniciado a partir do estudo dos significados dos nomes de cada uma das quatro ações, eixos do funcionamento de um trabalho integrado professor/aluno, sendo o aluno, sujeito do processo ensino/aprendizagem.
O conceito de tele sala é simples, pois em qualquer lugar onde houver alunos, lá estarão os equipamentos e os recursos audio visuais que darão suporte para que as aulas aconteçam.
Portanto, é a organização da turma em equipes de trabalho que dará condição dos alunos agirem e se tornarem os condutores da própria aprendizagem.
Isto, porque, a Coordenação tem por função básica, a organização dos trabalhos da turma. A Avaliação, avalia o processo e corrige os rumos sempre que necessário. A Síntese se encarrega do registro das atividades da turma e a Integração, socializa e promove a união do grupo.
É de praxe que todos os alunos da turma, de tempo em tempo, troca de equipe, para vivenciar e adquirir as habilidades inerentes a cada uma das quatro funções. O melhor momento do rodízio será indicado pelo grupo. No primeiro módulo, principalmente, as equipes trabalharão todos os dias, cumprindo, cada uma, as tarefas inerentes à sua equipe.
Palavras geradoras de ações ou atribuições para as equipes: abstração, ação, afetividade, alternativas, alegria, valorização, superação, criatividade, cooperação, crescimento, gerência, compreensão, agilidade, humildade, comunicação, iniciativa, expressão, sensibilidade, tolerância, entusiasmo, objetividade, discernimento, parceria, responsabilidade, respeito, coerência, pertencimento, honestidade, planejamento, memória, participação,resultados,organização, clareza, dentre outras.
Integração das equipes
Ações:
- Agenda do dia
- Solução de problemas
-Organização dos grupos de trabalho
- Administração do ambiente
- Administração do tempo para cada atividade.
Reservar de quinze a vinte minutos ao final de cada aula, para que as equipes se articulem, para os trabalhos do dia seguinte.
(Por hoje é só.)
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